Valdir Pereira da Rocha foi assassinado em 2016, dentro da cadeia em Várzea Grande

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, cumpriu na segunda-feira (9) um mandado de prisão preventiva contra Alexandre de Amaral Ribeiro, um dos indiciados pela morte de Valdir Pereira da Rocha, 36 anos, em outubro de 2016. O suspeito teve a ordem de prisão expedida  pela 1° Vara Criminal.

 

Valdir foi investigado na operação Hashtag da Polícia Federal, por suspeita de envolvimento com atividades terrorista.

 

Após ficar preso em um presídio federal em Mato Grosso do Sul, Valdir foi transferido para Mato Grosso, ficando recolhido na Cadeia de Várzea Grande, onde acabou assassinado.

 

Os presos não aceitavam que ele ficasse no raio por acreditar que fosse terrorista. Na ocasião, quebraram cadeados das celas e espancaram Valdir, que chegou a ser socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, ainda com vida. Porém ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

 

No inquérito da DHPP foram identificados e indiciados quatro suspeitos como sendo os principais mandantes e executores do crime. Com a prisão de Alexandre, resta apenas um indiciado ainda foragido.

 

Ele estava foragido e foi preso no domingo (08) por porte ilegal de arma de fogo. Investigadores da DHPP tiveram ciência de sua prisão e deram cumprimento ao mandado já no Capão Grande.

 

Pela morte do reenducando, a Polícia Civil indiciou por crime de homicídio qualificado, motivo fútil: Ewerton Rodrigues de Lima, conhecido por “Japão”, apontado como o mentor da ordem para espaçar Valdir, e Kaio Eduardo de Oliveira, executor das agressões (chutes e socos ).

 

Alexandre de Amaral Teophiro Ribeiro (Alemão) e Jorge Lima Oliveira (Salve Jorge) foram as pessoas que quebraram o cadeado da cela, dando acesso aos demais presos do raio.

 

midia News

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